Estudantes de Psicologia ministram palestras em Novais

Duas alunas do 5º ano de Psicologia do Imes Catanduva ministraram palestras no município Novais para adolescentes sobre o tema “Preconceito racial”. Ana Carolina Ferreira Maia e Roberta D`Avanzo Sant’Ana abordaram o cenário do racismo a partir da Declaração da Organização das Nações Unidas sobre a “Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial”. Também contaram um pouco da história do dia 21 de Março, pelo movimento negro que exigiu da ONU a instituição do “Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial”, como forma de protesto contra no “massacre de Sharpeville”, ocorrido em Joanesburgo, em 1960.
“O intuito das palestras foi enfatizar uma corrente de respeito à vida, saber conhecer e aceitar as pessoas, suas características, raça, cultura, cor de pele, mesmo que seja diferente o conceito é integrar, e não desunir”, comentam as palestrantes.

Estudantes de Psicologia participam de Mesa Redonda sobre práticas antimanicomiais

Alunos do 5ª ano de Psicologia, juntamente com ex-alunos do Imes Catanduva, formados em 2016, participaram da “Mesa Redonda sobre os avanços e retrocessos nas práticas antimanicomiais”, no dia 15 de Março, evento organizado por estudantes da Liga de Neuropsiquiatria, do curso de Medicina da Fameca.
A mesa foi composta pelos psicólogos Lígia Rodrigues e Alexandre Céspedes, ex-professores do Imes, pelo psiquiatra Gerardo M. A. Filho e pela terapeuta ocupacional Carolina Sofia Machado.
“O debate teve início com um vídeo sobre o hospital psiquiátrico Juquery, que foi considerado um dos maiores do Brasil, fundado na cidade Franco da Rocha, e tem uma história (velada) de maus tratos, mortes e torturas. Em seguida os psicólogos da mesa falaram sobre o Movimento Antimanicomial, que teve início na década de 70, acerca das características da assistência psiquiátrica que eram oferecidas nos manicômios”, comentou Roberta D’Avanzo, aluna do curso de Psicologia do Imes Catanduva.
Os psicólogos da mesa também explicaram sobre a criação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que estabelece atendimento de pessoas com problemas mentais. “A Rede integra o Sistema Único de Saúde (SUS) e dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), onde presta atendimento em saúde mental. A partir desses assuntos foram feitas perguntas sobre os avanços e retrocessos nas práticas antimanicomiais, no qual os alunos foram participativos, questionando as respostas dos componentes da mesa, e tomando posturas de que tipos de profissionais irão ser, uma vez que a mesa expôs um sistema, ainda, falho na formação de profissionais da área”, finalizou a aluna Roberta.
“Essa temática foi importante, pois se constitui num instrumento de reflexão para os profissionais da área de humanas a cerca dos desafios impostos por uma sociedade contemporânea na qual caminha rumo as transformação, estudos, conceitos e práticas sobre a saúde mental compotas por diferentes grupos sociais, políticos, econômicos e éticos. Devemos reconhecer que não basta mudar a nomenclatura e leis, mas sim o nosso olhar para essas pessoas que necessitam de tratamento mental, assim evitando o sofrimento humano, exclusão e a perda de direitos fundamentais a vida”, comentou a aluna de Psicologia do Imes Ana Carolina Maia, finalizando com uma frase de Carl Jung “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana”.

Aluna de Psicologia organiza evento de empoderamento feminino

 

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, Tatiana Lamanna Lopes, aluna do 5º ano de Psicologia do Imes e também vice-presidente do Coletivo Mulheres de Catanduva (CMC), organizou e promoveu, no dia 10 de março, juntamente com o Coletivo, o 1º Empoderamento Feminino, realizado no anfiteatro Museu de Imagem e Som (MIS).
O evento contou com a participação de mulheres renomadas e exemplos de empoderamento da nossa sociedade, como a deputada Beth Sahão, psicóloga Lilian Buniak, Nilva Alves dos Santos Flores, integrante da Assistência Social, Maria Amélia, presidente do Sindicato das Empregadas Domésticas, e a advogada e professora Luísa Helena Marques de Fazio. Lá explanaram o tema empoderamento em suas experiências profissionais.
Produtos de higiene feminina foram arrecadados como inscrição e em breve serão doados para a Cadeia Pública Feminina de Santa Adélia.
Segundo a aluna Tatiana, esta foi uma nova experiência que lhe proporcionou muito orgulho.

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Alunas de Psicologia lançam na rede social artigos informativos

 

Um grupo de alunas do 5º ano de Psicologia do Imes Catanduva lançou, no dia 21 de março, dois artigos informativos na rede social como forma de pesquisar assuntos relevantes estudados em sala de aula e também para incentivar outros universitários a desenvolver pesquisas e trabalhos extracurriculares.
Letícia da Costa Nunes, Michele Pereira da Silva e Tatiana Lamanna Lopes desenvolveram estudos para refletir sobre duas datas comemoradas em 21 de março: o “Dia Internacional Contra a Discriminação Racial” e o “Dia Internacional da Síndrome de Down”. Abaixo seguem os artigos e em anexo a publicação das estudantes do Imes.

Dia Internacional Contra a Discriminação Racial
21 de março

No dia 21 de março de 1960, na cidade de Joanesburgo, na África do Sul, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular, mas, a meio do protesto, se depararam com tropas do exército onde estes, atiraram sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186 ficando conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à fatalidade, a ONU – Organização das Nações Unidas – instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.
Como uma pessoa que sofre o preconceito vive?
Em tempos que cada um parece viver sozinho fica difícil imaginar o sofrimento do outro, as angústias do outro, mas, enquanto ser humano, pessoas dotadas de linguagem e raciocínio, precisamos recuperar o sentimento pelo nosso semelhante.
Como a Psicologia pode intervir uma vez que o desrespeito pode afetar profundamente o outro e a sua subjetividade?
A Psicologia deve permanecer em defesa da sociedade e pensando nisso, lança campanhas voltadas para questões como o preconceito racial com o objetivo de reflexão onde existem pessoas em nossa sociedade, que se sentem humilhadas e este sentimento causa muito sofrimento.
É um assunto muito conhecido, porém pouco discutido uma vez que, no senso comum, o temos como natural, mas, não é nada natural não sentir empatia pela angústia do outro, não é nada natural não termos o respeito adequado com o outro, não é nada natural nos acostumarmos com essa agressão que pode não ficar tão somente no verbal.
Em uma entrevista, Valter da Mata, integrante da Comissão de Direitos Humanos do CFP, fala sobre os impactos do racismo na vida psíquica dos indivíduos e os desafios da Psicologia para enfrentar o tema. Comenta ainda que seja preciso investir mais na formação de psicólogos (as) negros (as), além de assegurar a abordagem do assunto nas grades curriculares.
O importante é saber respeitar o outro porque somos de fato, todos iguais, não existe ao fim, a cor, a religião, raça que nos difiram.

Referências

http://www2.portoalegre.rs.gov.br/pwdtcomemorativas/default.php?reg=3&p_secao=59 Acesso em 09 de fevereiro de 2017;

http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/cadernos_tematicos/1/frames/caderno_01_psicologia_e_preconceito_racial.pdf Acesso em 09 de fevereiro de 2017;

http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/cadernos_tematicos/1/frames/caderno_01_psicologia_e_preconceito_racial.pdf Acesso em 10 de fevereiro de 2017;

http://site.cfp.org.br/o-racismo-e-sim-promotor-de-sofrimento-psiquico/ Acessado em 10 de fevereiro de 2017.

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Dia Internacional da Síndrome de Down
21 de março

No dia 21 de Março é comemorado oficialmente o Dia Internacional da Síndrome de Down e desde 2006, é amplamente divulgado, e tem por finalidade dar visibilidade ao tema, reduzindo a origem do preconceito, que é a falta de informação correta, em outras palavras, combater o “mito” que teima em transformar uma “diferença” em um rótulo, em uma sociedade cada vez mais sem tempo, sensibilidade ou paciência para aquilo que não é igual. A Síndrome de Down não é uma doença, é uma alteração genética também conhecida como Trissomia 21, justamente porque ao invés dos 23 pares de cromossomos, no par 21 existem três cromossomos assim como existem outras trissomias (18 – Síndrome de Edward, 13 – Síndrome de Patau, 8 – Síndrome de Warkany, entre outras). Podem ocorrer com qualquer pessoa, acontecendo em média um caso a cada 800 nascimentos e a chegada de uma criança com qualquer tipo de deficiência é um acontecimento inesperado que mobiliza a família e a equipe hospitalar causando nestes profissionais da saúde sentimentos de ansiedade, desconforto e impotência. Ao contrario do que se pensava anteriormente, não existem níveis de Síndrome de Down, o que acontece é que as pessoas têm desenvolvimento diferenciado e é comum acontecerem associações como o déficit de atenção, distúrbios de conduta entre outros, o que faz com que algumas pessoas atinjam um nível maior de desenvolvimento e autonomia. O trabalho do psicólogo é importantíssimo para as intervenções e informações, não ficando presas as questões da criança, seu desenvolvimento, dificuldades ou questões escolares. O foco do processo terapêutico deve respeitar o momento da criança, da família uma vez que este profissional vai lidar com sentimentos e situações conflituosas, sobretudo, no momento do nascimento, atuando de forma interdisciplinar proporcionando acolhimento e aconselhamento aos pais, ajudando-os nas dúvidas.

Referências

http://www2.pucpr.br/reol/pb/index.php/pa?dd1=445&dd99=view&dd98=pb Acesso em 13 de março de 2017;

http://www.movimentodown.org.br/2015/03/21-de-marco-dia-internacional-da-sindrome-de-down/ Acesso em 14 de março de 2017;

http://www.mackenzie.br/fileadmin/PUBLIC/UP_MACKENZIE/servicos_educacionais/stricto_sensu/Disturbios_Desenvolvimento/Cadernos_2013_vol_2/5_Perspectivas_de_atuacao_do_psicologo_hospitalar.pdf Acesso em 19 de março de 2017.

 

Aluna de Psicologia participa de evento em comemoração ao Dia da Mulher

A aluna do 5º ano de Psicologia do Imes Catanduva Roberta D’Avanzo participou, no último dia 07, do 22º Encontro do Conselho da Mulher Empresária (CMS). Lá assistiu à palestra da psicóloga, psicanalista, escritora e consultora Lígia Guerra, com o tema “Mulher empreendedora definindo seu destino”, realizada na Sede do Sindicato dos Comerciantes (Sincomércio), evento em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.
“Lígia Guerra começou a palestra nos apresentando uma reflexão sobre a história de três mulheres, que são admiradas e lembradas por terem quebrado paradigmas de nossa sociedade ‘machista’. A primeira mulher é a Papisa Joana, a segunda, a Poetisa Clarice Lispector, e a terceira, Waris Dirie, que nasceu na Somália. A palestrante conduziu a palestra de forma leve, com muito humor e reflexiva sobre o papel feminino, englobando família e mulher na sociedade. Ela também é uma psicanalista que acredita que um toque de loucura e ousadia são o melhor remédio para muitos problemas emocionais”, comentou Roberta.
Lígia Guerra é também comentarista da Rede Globo no programa “Encontro com Fátima Bernardes”, autora de diversos livros no Brasil e na Europa, Especialista em Dependência Química, Especialista em Psicologia Analítica, Especialista em Psicologia do Trabalho, Especialista em Comportamento do Consumidor, com enfoque em psiquismo feminino e Expertise em relacionamentos.

Alunas de Psicologia organizam campanha Janeiro Branco no Imes

 

As estudantes de Psicologia Roberta D`Avanzo Sant`Ana e Ana Carolina Ferreira Maia, do Imes, engajaram-se na campanha “Janeiro Branco” e discutem a amplitude da ação na instituição de ensino. Esta é uma campanha que teve início em 2013 com o intuito de se transformar em uma ação global, para sensibilizar a sociedade do quanto é importante cuidar da mente, chamando a atenção de todos para a importância e valorização da Saúde Mental.
“A ideia surgiu através de uma realidade vista em meios de comunicação, um aumento expressivo da violência, suicídio, intolerância e demais situações que podem ocasionar um desequilíbrio emocional nas pessoas, o que pode resultar em transtornos psíquicos. Assim sendo, o Janeiro Branco nos traz a oportunidade de refletir, debater e planejar ações em prol a Saúde Mental”, comentaram as alunas.
A campanha também tem como objetivo a aprovação de uma lei que oficialize o mês de Janeiro como o marco simbólico da luta para melhoria da Saúde Mental e se torne conhecido e prestigiado como o Outubro Rosa, que trata sobre o câncer de mama, e o Novembro Azul, que conscientiza sobre o câncer de próstata.

 

Palestras gratuitas

 

O Instituto Ânima, de São José do Rio Preto, promove, nesse mês, nos dias 19, 21 e 26, palestras gratuitas sobre o tema “Quem cuida da mente, cuida da vida!”, com a psicóloga Karina Rodrigues. Para mais informações entrar em contato pelo whatsapp (17) 981190931.

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Alunas de Psicologia participam de campanha contra violência à mulher

A partir da próxima segunda-feira, dia 21, diversas instituições de Catanduva se juntarão para promover a “Campanha de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher”, evento pioneiro em nossa cidade. Ao longo da semana haverá intervenção teatral, bate-papo, orientações ao público e panfletagens, tendo como objetivo debater os diversos tipos de violência contra mulher, não só em ações de combate, mas com dimensões de prevenção, de assistência e de garantia ao direito das mulheres. O evento foi organizado pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Secretaria de Assistência Social, Centros de Referência em Assistência Social (Cras), Comissão da Mulher Advogada da 41º Subcesão da OAB Catanduva, Instituto dos Deficientes Visuais de Catanduva (IDVC) e pelas estudantes do 4º ano de Psicologia do Imes Catanduva, Roberta D`Avanzo Sant`Ana e Ana Carolina Ferreira Maia.
“Esse ano a campanha vem com uma inovação, o público-alvo será os adolescentes. Pensando que crianças e adolescentes presenciam a violência em seu convívio familiar, se estes não receberem devidas orientações, poderão assimilar e reproduzir esse comportamento. No cenário nacional podemos acompanhar que cada dia aumenta mais o número de adolescentes agressores de suas namoradas, esposas ou até mesmo das próprias genitoras, portanto é preciso que esses jovens não se tornem agressores, assim possamos evitar que surjam novos casos de vítimas no cenário da violência contra mulher”, comentou a coordenadora do Creas Catanduva, Nilva Alves dos Santos Flores.
Abaixo segue a programação completa da Campanha.

 

Campanha de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher

 

21/11/2016 – Segunda-feira

 

Local: Programa Beneficente Cidadão do Futuro

Horário: 8h (manhã)

Endereço: Rua Guaporé, 720 – Vila São Jorge

Intervenção: Intervenção teatral, orientações de prevenção e reflexão com os adolescentes.

Público: Adolescentes do Programa

Local: Programa Beneficente Cidadão do Futuro

Endereço: Rua Guaporé, 720 – Vila São Jorge

Horário: 14h (tarde)

Intervenção: Intervenção teatral, orientações de prevenção e reflexão com os adolescentes.

Público: Adolescentes do Programa

Local: CREAS

Endereço: Rua 13 de Maio, 1260 – Centro

Horário: 18h (noite)

Intervenção: Intervenção teatral, reflexão da equipe técnica do CREAS com os adolescentes e orientações da Comissão da Mulher Advogada aos pais .

Público: Adolescentes em Cumprimento de Medida Sócioeducativa, os pais destes adolescentes e adolescentes da Casa Lar

 

22/11/2016 – Terça-feira

 

Local: Cras Imperial / PDST

Endereço: Rua Av. Porto Novo, 498 – Jardim Imperial

Horário: 14h (tarde)

Intervenção: Intervenção teatral, orientações de prevenção e reflexão.

Público: Adolescentes do Programa Ação Jovem e do Plano de Desenvolvimento Sócio Territorial (PDST) do Nova Catanduva

Local: Legião Mirim

Endereço: Rua Municipal, 1140 – Higienópolis

Horário: 15:3oh (tarde)

Intervenção: Intervenção teatral, orientações de prevenção e reflexão.

Público: Adolescentes

Local: Clube de Mães e Associação Pão Nosso Padre Osvaldo

Endereço: Rua São Leopoldo, 90 – Bom Pastor

Horário: 14h (tarde)

Intervenção: Orientações das advogadas da Comissão da Mulher da OAB e da equipe técnica do CREAS.

Público: Participantes do Clube de Mães e do Pão Nosso

 

23/11/2016 – Quarta-feira

 

Local: CRAS Bom Pastor / Cras Juca Pedro

Endereço: Av. Pastor J. Dutra de Moraes, 99 – Bom Pastor

Horário: 13:30h (tarde)

Intervenção: Intervenção teatral, orientações de prevenção e reflexão.

Público: Adolescentes do Programa Ação Jovem do CRAS Bom Pastor e CRAS Juca Pedro

Local: Escola de Futebol Padre Osvaldo

Endereço: Rua São Leopoldo 90, Bom Pastor

Horário: 14:30h (tarde)

Intervenção: Intervenção teatral, orientações de prevenção e reflexão.

Público: Crianças e adolescentes participantes do Escola de Futebol

 

24/11/2016 – Quinta-feira

 

Local: Escola Municipal Graciema Ramos da Silva

Endereço: Rua Antônio Zancaner, 630 – Solo I

Horário: 8h(manhã)

Intervenção: Intervenção teatral, orientações de prevenção e reflexão.

Público: Alunos do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental

Local: Escola Municipal Graciema Ramos da Silva

Endereço: Rua Antônio Zancaner, 630 – Solo I

Horário: 13:30h (tarde)

Intervenção: Intervenção teatral, orientações de prevenção e reflexão.

Público: Alunos do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental

Local: Senac

Endereço: Rua Santos, 300 – Centro

Horário: 19h (noite)

Intervenção: Intervenção teatral e orientações das advogadas da Comissão da Mulher Advogada da OAB

Público: Todos os estudantes do Senac

 

 

25/11/2016 – Sexta-feira

 

Pedágío – Panfletagem na Rua

Locais: Semáforos da Rua Brasil com a Rua Minas Gerais, Semáforos da Rua Maranhão com a Sergipe

Horário: 9h (manhã)

Equipe: Participação de todos os parceiros envolvidos na Campanha

Intervenção: Orientações de prevenção para as pessoas que estiverem transitando pelo local e entrega de panfletos.